não estou profundamente bêbado.
e não fumei um cigarro.
tampouco outréns.
respiro com nitidez.
estou feliz.
e esta transpareceu no abraço dado à um amigo bêbado.
e no sorriso sem vergonha para alguém que gosto.
o gostar magoa.
—
tenho uma maldita pretenção em mim como a de qualquer outro bajulado.
meus pouquinhos page views diários fazem-me assim.
e perpetuam próclises, mesóclises e ênclises em cada frase; cada estrofe do que antes era só meu.
não escrevo para mim. não mais.
sou um lixo que agora é também observado por não sei quem além dos velhos vizinhos e suas lunetas.
mas continuo sendo eu.
o renegar de personagens também é uma atuação.
o agradar de pessoas, uma necessidade.
talvez um dia o natural se aflore; e esta liderança tão requisitada apareça.
hoje apenas quero dormir e sonhar. sem hábitos e diazepínicos.
domingo, 5:29…
cheguei cedo.