Publicado por: sad clown | 13 Setembro, 2008

minha cachaça é outra..

O ego arranha; soca, estremece.
chateia-se com quem luta contra.

fiz o que deveria fazer.

sóbrio, tranquilo mas nem tão calmo assim.
Ele ainda causa angústia. Medo. Dores de cabeça.

o analgésico medita por mim.
e causo arrepios; decepções. (e estas, embriaguês)

um dia ela entenderá… Elas entenderão!

não sou quem pensam – indago ao espelho.
pois em suas faces meigas jamais tive coragem.

agora fingem ignorar alguém que acreditam estar magoando.
de menos, para quem sempre foi ignorado.
no fundo estão. mas não ao ego ordinário que insiste em querer mal meu.

peço para que repareis este verdadeiro ser aqui. (aquele mocinho com cara de triste e uma bomba atômica de emoções dentro do peito)
seus egos as impedem. (eu entendo)

somos parte desse jogo. o jogo do quem precisa menos de outréns.

amém!

sou assim não.
até sou.
quero é não ser.

o fim não existe; tal qual o início. isso criamos para alimentar o que nos consome.
nasce deste estrume o belo. vê quem quer. (ou na hora certa)

por isso o “este não é o momento” neste momento.
não quero que vós sintais o que sinto e passeis pelo que passo; passei…

e passaria a vida, não fizeste o que fiz: a verdade.
singela e magoante.

o abrir mão também é amor. e com amor, despeço-me, lindas donzelas.


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